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Mariutti Metal Fest ::: 22/03/19 ::: Aurora Club
Postado em 15 de abril de 2019 @ 11:56 | 179 views


Texto por: Vagner Mastropaulo

Agradecimentos a Thiago Rahal Mauro, a Fernanda Mariutti e ao próprio Luis Mariutti

Celebrando seus 48 anos, Luis Mariutti presenteia fãs e faz apanhado geral da carreira

 Por que alguém forma uma banda? Para ser famoso? Ficar rico? Viajar por aí? Groupies? Fazer a diferença e mudar o mundo? Escapar da dura realidade cotidiana? Cada um tem seu motivo, mas é muito provável que a imensa maioria dos nossos ídolos tenha entrado em um grupo apenas com o intuito de farrear com os amigos, falar sobre seus artistas favoritos e fazer (e ouvir) o som que curtiam. Simples assim! E foi literalmente numa pegada de festa que rolou o Mariutti Metal Fest no Aurora Club (para os mais velhos, é onde ficava o Café Aurora, reaberto no aniversário de 465 anos da cidade), em comemoração às 48 primaveras de Luis Mariutti junto a parceiros de tantos conjuntos e projetos, tendo como ponto alto músicas de Angra e Shaman.

Como vida de resenhista não é fácil e também tem seus percalços, começando às 22 horas, não chegamos a tempo de registrar a apresentação de cerca de quarenta minutos do Remove Silence. Mesmo assim, no intuito de dar voz ao quarteto formado por Ale Souza (baixo e vocais), Danilo Carpigiani (guitarras), Fabio Ribeiro (teclados) e Leo Baeta (bateria), que acaba de lançar Raw (seu terceiro full length, além de dois EPs), fizemos contato por email para que o Ale nos pusesse a par do que rolou: “Ficamos muito felizes e honrados em participar da festa de aniversário de um grande amigo. Luis Mariutti é sem dúvida um dos principais pilares da cena rock em nosso país. Durante o evento, tivemos o privilégio de prestigiar grandes nomes unidos no mesmo palco para uma super celebração! Já estamos ansiosos para a próxima edição do Mariutti Metal Fest!”. O setlist de nove músicas apenas não contemplou faixas do EP Little Piece Of Heaven (2013), focando majoritariamente no álbum recém-lançado. Como destaque, Hugo Mariutti, que fez parte do line-up até o EP citado, participou do show em The End Has Begun e Wormstation. Assumimos aqui nossa dívida com o grupo paulistano, pretendendo quitá-la em breve em alguma futura oportunidade.

E antes de relatarmos o que se passou a partir de nossa entrada, algumas ressalvas devem ser feitas: foi uma comemoração informal feita por músicos profissionais num verdadeiro entra e sai (Luis participou em todas as músicas, exceção feita a um improvisado solo vocal), afinações em pleno palco, vocalistas com algumas letras não decoradas e até mesmo um amigo não-músico do aniversariante prestou sua homenagem. Como todo mundo adora ser pai de criança linda, sobraram discursos e estórias sobre Luis e algumas delas serão contadas. Mas o principal é: não espere (e não tenha) nesta resenha o mesmo rigor de outras, pois o foco do evento foi, de fato, a diversão. Mesmo assim, pequenos excessos serão narrados e há um detalhado “Quem É Quem?”, no final do texto, listando todos os convidados, além da formação de cada música tocada. Agora curta o que de mais interessante aconteceu no primeiro Mariutti Metal Fest!

Era 00:10 quando os músicos do Dirty Dogs (ou Dirty Dogz? – endereço do Facebook com a primeira grafia; logomarca na mesma página com ‘z’), a super banda de covers formada por Luis Mariutti, Leandro Caçoilo, Leo Santos e Rafael Rosa deu as caras já mandando de imediato três fortes versões para War Pigs, Flight Of Icarus e Shoot To Thrill. Em instrumento de cinco cordas, ‘Jesus’ vestia seu manto 666. Leandro saudou a galera ao entrar e seu timbre de voz encaixou-se perfeitamente à música do Maiden, que botou o povo a pular. Durante a canção do AC/DC, aquela famigerada cola em folhas sulfite em pastinha preta provou-se desatualizada: o negócio agora é botar as letras num tablet apoiado num suporte. Sinal dos tempos!

Ressaltando a química existente entre baixistas e bateristas, Luis anunciou o primeiro convidado: “Vou chamar o Paulão e fazer um Firebox, um som de minha primeira banda de metal. Eu tinha 18 anos quando fiz um teste numa banda que só tinha feras e o batera destruía. Tive a felicidade de tocar por dois anos com ele. Começamos no antigo Black Jack e fizemos uma demo”. Tocaram Out Of Control e ainda com Paulão, fizeram Ace Of Spades com Paulo Anhaia no baixo e Luis cantando. Antes, salientou o difícil começo: “Antigamente, no Black Jack, você só tocava de sexta ou sábado se tivesse som autoral. Se fosse cover, era na terça, para o bar vazio”.

Seguindo a cronologia, Rafael Bittencout foi o próximo convocado, vindo do fundo do bar enquanto os fãs abriam um corredor no terreno ‘cinco por vinte’ do Aurora Club (que idéia: palco de fundo, bar na lateral, camarotes sobre ele e fãs! Só complicava para os garçons, guerreiros a cruzar a pista até a lateral do palco para buscar comida). Ao chegar distribuindo high fives, o guitarrista puxou palmas e um ‘Parabéns a você’ para Luis, que balbuciou um xingamento a Rafael, brincando envergonhado com a homenagem. Ao anunciar Junior Carelli nos teclados para Queen Of The Night, um fã tirou sarro chamando o tecladista de “Dr. Rey”. O canhoto Demian Tiguez completou o time para a faixa “da fase Angra demo”, de Reaching Horizons (1993), como descreveu o aniversariante. Raridade! E até os ajustes técnicos cessarem, Rafael fez um mini-discurso: “Hoje é uma grande reunião da cena metal brasileira. Eu conheço esse cara desde que eu tinha cinco anos. Estudamos na mesma escola, em um colégio de freiras. Ele já era diferente, com duas marquinhas no dedão dele. Vocês podem chamá-lo de Jesus, mas foi o Diabo que mordeu o dedo dele. Com esse dedo ele toca baixo e com o coração ele reúne tanta gente. Não é qualquer um que tem o legado, história e representatividade que esse cara tem”.

E o que já estava bom, melhorou! Thiago Bianchi (recebido por um fã com um “Pavarotti!”) foi chamado, com Ricardo Confessori na batera. Ouvir Carry On e ver três-quintos da formação clássica do Angra On mexeu com a velha guarda dos fãs tanto quanto os mais novos, que não tiveram a chance de vê-los na época de Angels Cry (1993) – pena apenas o teclado ter engolido os outros instrumentos, excessivamente alto. Deixando emoções e brincadeiras de lado, foi ótimo ver Thiago, um batalhador que superou: uma pancreatite quase fatal em julho de 2016; um princípio de infarto em novembro de 2015; e um câncer diagnosticado em maio de 2001. Pedindo a palavra, o cantor tirou onda, destacou a importância de tocar com tais “desajustados” e prosseguiu: “Quando eu tinha quinze anos, estava para abrir um estúdio. O Luis foi o primeiro a ensaiar lá com banda. Ele me chamou e apontou tudo que eu precisava mudar no estúdio. Eu mudei e a partir daí o estúdio decolou. Esse cara nem sabe que mudou a minha vida”.

Rafael, Ricardo e Luis permaneceram em Nothing To Say, com novas adições: Alírio Netto nos vocais e Felipe Andreoli (sim, dois baixos na música, com as seis cordas de Felipe). Com nova demora em deixar tudo pronto para sete pessoas, Rafael fez as vezes de mestre de cerimônias e arrancou gargalhadas: “No colégio Pio XII, o Luis tocava numa banda chamada Asmodeus, nome de um demônio. Ele é um ano mais velho que eu. Eu também vou fazer 48, mas por alguma razão do Ministério da Educação, ele estudava um ano a mais. E ele tinha essa banda, com nome de um demônio, num colégio de freiras” [nota: a título de curiosidade, digite “história do metal rock paulista” no Google e o volume 10 do primeiro link gerado trará a faixa Santos]. Encerrando a trinca do Angra com o trio de músicos do Angra (agora sem Felipe), Leandro Caçoilo dividiu os vocais com Nando Fernandes em Lisbon, cantada (e pulada) em uníssono!

Dando prosseguimento à sua trajetória, Luis mandou Rise Again, de seus tempos de Henceforth, com membros da época: seu irmão, Hugo Mariutti, Cristiano Altieri e Fabio Elsas. Antes, explicou: “Na verdade eu não tocava nessa banda, mas o André Nikakis viajou para a Grécia e eles precisavam de um baixista para continuar. Acabei entrando, gravei dois discos, fiz bastantes shows e eles são amigos antigos”. Sacana, Hugo puxou outro ‘Parabéns’, para protestos do aniversariante: “Porra, de novo? Assim eu fico ainda mais velho”. E pelo adiantado da hora, já batendo 1:30 da manhã, alguns acusavam o golpe e começavam a deixar o bar.

A seguir, talvez o ponto mais alto da camaradagem, com o dono da festa convidando Carlos Muzzi, um brother não-músico apelidado de Gordo (embora não fosse) para tocar Layla. Gente fina, Luis deu os créditos: “Quando eu comecei a tocar com ele, a gente punha as coisas no carro, ia a um bar, pedia pra tocar e, se fosse legal, a gente voltava”. Carlos também deu sua versão dos fatos: “Eu fui o primeiro professor de muay thai dele – na época era full-contact ainda – e acho que fui o primeiro a tirar ele dos sons de escola e fazer com que ele recebesse pelo trabalho que fazia musicalmente”. Ainda houve tempo para uma engraçada gafe: “Ficamos uns 27 anos sem nos vermos, um amigo me falou do Angra e eu fui ao Angra Reunion, certo? Shaman, desculpa… Shaman Reunion! E estamos em contato de novo”. Deslize à parte, o cara é boa praça, mas tudo que podia dar errado aconteceu: a bateria de seu violão não funcionou, a guitarra substituta precisou ser afinada e cruéis dez minutos transcorreram (com CDs e camisetas arremessados aos fãs) até a versão acústica do clássico de Eric Clapton. E assim mais e mais a casa esvaziava…

Compensando a espera, três petardos do Shaman: Here I Am (recomeçada após problema na bateria e gerando um princípio de roda em pleno bar), Distant Thunder e Turn Away (outra com começo em falso), todos com Luis, Hugo, Ricardo e agora Fabio Ribeiro. Brincadeiras rolaram com o tecladista, por parte do dono da festa: “O Fabio é virginiano, ele só atravessa a rua depois de medi-la. E como não é o teclado dele, ele está pensando se toca ou não. Passa a ser uma tarefa tocar em algo que não é dele. Obrigado, Fabio. Sei que é difícil para você”. Caçoilo cantou a primeira e, revelando estar gripado, para as outras duas chamou Bruno Sutter, elogiado por Luis: “Muitos o julgam achando que ele tira sarro do metal, mas ele me ajudou muito: arrumou estúdio para ensaiarmos; quando eu estava num momento ruim, me chamou para fazer um show e foi super profissional e correto comigo. É um cara que batalha”. E Sutter contou que, após ouvir Angra e André Matos, foi “atrás de um curso de voz no centro comunitário do Sesc e a maestrina disse que eu era tenor. Cheguei em casa tesudo, fiquei só dando agudo em casa, até que a vizinha abriu a porta: ‘Cê tá maluco, garoto?’. Ela achou que eu era meio viado, mas não é porque o cara dá agudo que ele é viado, não é, Leandro?” Em clima de zoeira, Ricardo puxou o começo de Metal Is The Law, e a galera cantou em resposta. Bruno inovou no quesito cola ao fixar um celular no seu punho esquerdo, na altura perfeita para consultar as letras ao segurar o microfone! Inteligente! E na seqüência, era para ter rolado GrAttitude, de sua carreira solo, mas os lentos ajustes de palco a inviabilizaram, ainda mais com alguns fãs impacientemente pedindo por Galopeira, que a substituiu com Bruno cantando solo e de improviso.

Batendo 2:40 da manhã, Luis pagou tributo a dois trabalhos, primeiro com Battlefield, do Motorguts, mas com a formação do Dirty Dogs: “O Motorguts é um projeto… na verdade é uma banda que a gente estacionou porque o vocalista viajou e foi embora”. E depois com Supertaster e dois convidados do About2Crash: Theo Vieira e Anderson Carlos “um pessoal muito talentoso e legal que me chamou para uma banda e me deu muita força quando eu voltei a tocar. Fizemos um puta show legal no Rock In Rio [nota: em 24/09/15, na Rock Street]. Infelizmente eu não continuei na banda, mas deixei meu legado em uns sons gravados”. E Luis ainda lamentou a impossibilidade de comparecimento de Vinícius Neves, do Stay Uma pena Heavy. o microfone de Theo ter soado praticamente inaudível, de tão baixo.

A partir daí, só covers, com uma revelação logo de cara: “Estamos gravando material de uma banda chamada Sinistra e o Nando Fernandes é o cantor” [nota: um link de 27/04/18 no whiplash.net dá conta que Edu Ardanuy (ex-Dr. Sin) estará na empreitada. Resta esperar]. E para inteirar Neon Knights, Felipe Machado veio ao palco e foi sincero, após Luis reconhecer que fora o Viper a pavimentar o acesso das bandas brasileiras ao cenário internacional: “Sabe o que é muito legal? Viper, Angra, Shaman… durante muito tempo eram bandas concorriam e, hoje em dia, foda-se, vamos tocar todo mundo junto e fazer o que todos quiserem fazer. Cada um faz seu som, bandas muito importantes, como o Sepultura e o Ratos de Porão – numa outra vertente”. Já sem Felipe, Bark At The Moon foi a próxima, com Nando imitando os vocais e o andar de Ozzy.

Partindo para a parte derradeira da festa, era para ter rolado Best Of You (Foo Fighters), mas Natacha Cersosimo, Val Santos e Guilherme Martin fizeram uma versão de Pet Sematery. Raiz, a cantora sacou uma folha sulfite com a letra, mandando para o espaço as consultorias tecnológicas anteriores. Mais punk, só se fosse o Ramones… O setlist oficial continha Animate (Rush), limada talvez pelo adiantado da hora, e 2 Minutes To Midnight trouxe os ótimos vocais de Mário Pastore (usando boné do Maiden e com direito a um “Scream For Me”), que havia passado boa parte da noite buscando bebida para quem estava no palco, num ato humilde de extrema brodagem. Então ele deu seu recado: “Fiquei muito feliz em ver o bar lotado. Isso prova que o metal nacional não morreu. Então saiam das casas de vocês para prestigiar as bandas brasileiras, que não devem nada às gringas”. A surpresa foi Bruno Sutter precisamente fazendo a bateria!

E encerrando tudo como havia começado, veio a formação do Dirty Dogs acrescida de Bruno Sutter, agora cantando Seasons In The Abyss, dedicada por Luis aos bravos guerreiros que ficaram até o final. Com a primeira (e única) roda de fato na noite, foi engraçado ouvir Bruno dizer que havia chegado “a hora de a cabeça sair fora do corpo, caralho!”. As pás de cal foram: nova distribuição de camisetas, DVDs e CDs; um terceiro ‘Parabéns’ a Luis; seus agradecimentos sinceros; sorteio de um ingresso para ver Dee Snider no dia seguinte; de um par deles para o show do Avantasia em junho (com abertura do Shaman no Espaço das Américas); e fotos oficiais do evento. Tudo às 3:40, mas quem resistiu até altas horas partiu para casa em clima de festa sold out, com trezentas entradas vendidas antecipadamente no site de Luis, mais trinta na porta, fora staff, imprensa, convidados e funcionários do Aurora Club, beirando quatrocentas pessoas na casa no total. E que venha o próximo!

 

Setlists

Remove Silence

01) Raw

02) Laser Gun

03) Middle Of Nowhere

04) Irreversible

05) The End Has Begun [com Hugo Mariutti]

06) Wormstation [com Hugo Mariutti]

07) The Buzzer

08) Pressure

09) Spellbound

 

Luis Mariutti

01) War Pigs (Black Sabbath)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Rafael Rosa (d)

02) Flight Of Icarus (Iron Maiden)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Rafael Rosa (d)

03) Shoot To Thrill (AC/DC)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Rafael Rosa (d)

04) Out Of Control (Firebox)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Paulão Thomaz (d)

05) Ace Of Spades (Motörhead)

Luis Mariutti (v), Leo Santos (g), Paulo Anhaia/Paul X (b) e Paulão Thomaz (d)

06) Queen Of The Night (Angra)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Rafael Bittencourt e Demian Tiguez (g), Junior Carelli (k) e Rafael Rosa (d)

07) Carry On (Angra)

Thiago Bianchi e Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Rafael Bittencourt e Leo Santos (g), Junior Carelli (k) e Ricardo Confessori (d)

08) Noting To Say (Angra)

Alírio Netto (v), Luis Mariutti e Felipe Andreoli (b), Rafael Bittencourt e Demian Tiguez (g), Junior Carelli (k) e Ricardo Confessori (d)

09) Lisbon (Angra)

Leandro Caçoilo e Nando Fernandes (v), Luis Mariutti (b), Rafael Bittencourt e Leo Santos (g), Junior Carelli (k) e Ricardo Confessori (d)

10) Rise Again (Henceforth)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Hugo Mariutti (g), Cristiano Altieri (k) e Fabio Elsas (d)

11) Layla (Eric Clapton)

Carlos Muzzi (v/g), Luis Mariutti (b) e Rafael Rosa (d)

12) Here I Am (Shaman)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Hugo Mariutti (g), Fabio Ribeiro (k) e Ricardo Confessori (d)

13) Distant Thunder (Shaman)

Bruno Sutter (v), Luis Mariutti (b), Hugo Mariutti (g), Fabio Ribeiro (k) e Ricardo Confessori (d)

14) Turn Away (Shaman)

Bruno Sutter (v), Luis Mariutti (b), Hugo Mariutti (g), Fabio Ribeiro (k) e Ricardo Confessori (d)

15) Galopeira (Bruno Sutter)

Bruno Sutter (v)

16) Battlefield (Motorguts)

Leandro Caçoilo (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Rafael Rosa (d)

17) Supertaster (About2Crash)

Theo Vieira (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos e Anderson Carlos (g) e Rafael Rosa (d)

18) Neon Knights (Black Sabbath)

Leandro Caçoilo e Nando Fernandes (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos e Felipe Machado (g) e Rafael Rosa (d)

19) Bark At The Moon (Ozzy Osbourne)

Nando Fernandes (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Rafael Rosa (d)

20) Pet Sematery (Ramones)

Natacha Cersosimo (v), Luis Mariutti (b), Val Santos (g) e Guilherme Martin (d)

21) 2 Minutes To Midnight (Iron Maiden)

Mario Pastore (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Bruno Sutter (d)

22) Seasons In The Abyss (Slayer)

Leandro Caçoilo e Bruno Sutter (v), Luis Mariutti (b), Leo Santos (g) e Rafael Rosa (d)

 

Quem É Quem? – Os 27 que passaram pelo palco, por ordem de entrada

01) Luis Mariutti (b) – o dono da festa, baixista do Shaman e Dirty Dogs; ex-Firebox, Angra, Henceforth, About2Crash, sem contar o Motorguts, à espera de algum lançamento oficial; gravou Alive In Hell (2017) com Bruno Sutter; em estúdio prestes a lançar material com o Sinistra

02) Leandro Caçoilo (v) – canta no Dirty Dogs, no Viper, no Caravellus, no Hardshine e no Seventh Seal (ou seria Seven7h Seal?); ex-Eterna; também integra o Endust

03) Rafael Rosa – baterista do Dirty Dogs e do Motorguts, com Luis; já tocou com André Matos em sua empreitada solo, no Eterna e no Tears Of Joker no começo da carreira

04) Leo Santos – guitarrista do Dirty Dogs; ex-Live And Loud

05) Paulão Thomaz – lendário batera, voltou ao Baranga no ano passado; membro do Kamboja; passou pelo Centúrias; tocou com Luis nas antigas, na época do Firebox

06) Paulo Anhaia – produtor musical; como músico, é melhor conhecido na cena como Paul X, baixista e vocalista do MonsteR, que voltou à ativa em 2016

07) Rafael Bittencourt – basta dizer que o guitarrista é o único remanescente da formação original do Angra, ou precisa de mais?

08) Demian Tiguez – guitarrista em toda a discografia do Symbols, assumiu os vocais em Faces (2005); também toca na banda Anjos De Resgate, com seu irmão, Diego Tiguez

09) Junior Carelli – ex-tecladista do Noturnall; diretor da Foggy Filmes e parceiro de Aquiles Priester em sua recém-lançada terceira vídeo-aula: All Access To Aquiles Priester’s Drumming

10) Thiago Bianchi – vocalista do Noturnall; gravou Immortal e Origins pelo Shaman após a saída de André Matos e Luis Mariutti, ainda com Ricardo Confessori nas baquetas

11) Ricardo Confessori – baterista do Shaman, ex-Angra; toca no Massacration sob a alcunha de “El Perro Loco”; fará show no Manifesto Bar em 13/04, com Luis Mariutti entre os convidados

12) Alírio Netto – ex-Khallice e Age Of Artemis; canta no Queen Extravaganza (banda tributo ao Queen produzida por Brian May e Roger Taylor); participou de musicais como We Will Rock You (fazendo Galileo) e a versão nacional de Jesus Cristo Superstar (na pele de Judas Iscariotes)

13) Felipe Andreoli – o baixista-prodígio presta serviços ao Angra há quase duas décadas; e ainda tem o One Arm Away (com Antônio Araújo, do Korzus)

14) Nando Fernandes – vocalista do Cavalo Vapor; irmão de Rogério Fernandes, do Carro Bomba; já cantou no Hangar; em processo de gravação com o Sinistra, novo projeto de Luis

15) Hugo Mariutti – ex-Remove Silence e Henceforth; guitarrista do Shaman, também toca nos shows do Viper; gravou três álbuns da carreira solo de André Matos: Time To Be Free (2007); Mentalize (2009); e The Turn Of The Lights (2012)

16) Cristiano Altieri – tecladista do Henceforth há mais de vinte anos, onde tocou com os irmãos Mariutti

17) Fabio Elsas – baterista do Henceforth; ex-Skyscraper, Firebox e Wardeath, sua primeira banda com Hugo Mariutti

18) Carlos Muzzi – amigo pessoal do dono da festa, deu sua canja no evento; responsável pelo recebimento do primeiro cachê de Luis na carreira musical, em um bar

19) Fabio Ribeiro – tecladista do Remove Silence e do Shaman; teve passagem pelo Angra e pela banda solo de André Matos, gravando Time To Be Free (2007) e Mentalize (2009); dono do estúdio The Brainless Brothers; também colabora no Motorguts com Luis

20) Bruno Sutter – humorista revelado em Hermes & Renato da MTV; Deus Detonator do Massacration em forma de metalhead; segue carreira solo como vocalista e, pasmem, em 2004 formou uma séria e respeitosa banda tributo ao Death, em que toca baixo e canta

21) Theo Vieira – vocalista do Hard Rocket e do About2Crash, junto com Luis; ex-Sunset Midnight e Delpht

22) Anderson Carlos – guitarrista do Hard Rocket e do About2Crash; ex-Holy Sagga

23) Felipe Machado – guitarrista do Viper; jornalista, escreveu Ping-Pong e Bacana, Bacana (cobrindo respectivamente as Olímpiadas de 2008 e a Copa de 2010), dois romances e um livro infantil; capitaneará mais um Viper Day, dia 06/04 no Z–Carniceria (o antigo Aeroanta) no Largo da Batata, com homenagem ao Karisma, primeira banda a cantar em inglês no Brasil

24) Natacha Cersosimo – cantora do Toyshop, reativado em 2012

25) Guilherme Martin – baterista do Viper e do Toyshop

26) Val Santos – ex-Viper; guitarrista do Toyshop; compositor, recentemente o Vodu tocou no Teatro UMC e apresentou uma música composta por Val: Empire Of Demise

27) Mário Pastore – vocalista da banda Pastore; o ex-Delpht recentemente gravou Royal Art, o novo trabalho solo de Kiko Shred, com festa de lançamento no próprio Aurora Club, em 21/04

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