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Sanny Mazza – Entrevista
Postado em 14 de julho de 2020 @ 19:34 | 490 views


Curtindo o momento, Sanny Mazza fala sobre composição, influências, carreira e outros assuntos, sempre saindo da mesmice

Fonte: IM Press&MKT

Por: Isabele Miranda / Vagner Mastropaulo

 

Na esteira do lançamento de Não Vou Me Calar em 19/06, terceiro single de Sanny Mazza, a cantora paulistana reservou um tempinho em sua concorrida agenda para uma conversa sobre: o momento que vive, processo de composição, influências (algumas surpreendentes), início da carreira, o EP Imune (e a interessantíssima razão do título), seus músicos e sua atração por cristaise… física quântica! Saia da zona de conforto junto a Sanny Mazza!

 

Sanny, você é responsável pela composição de suas músicas. Como funciona seu processo de criação até chegar à música a ser gravada em estúdio?

Sou autodidata, então tenho uma relação um pouco diferente com a música. Para mim, a música nasce de um sentimento específico que toma forma de melodia. Às vezes ela vem em sonhos, outras vezesouço melodias quando estou quase dormindo e muitas vezes eu me sento para meditar e relaxar a mente, me concentro em algum sentimento, a melodia nasce e já vou logo correndo pegar meu violão de compor (sim, tenho um violão todo estropiado, que chamo de “vintage”, só para compor).Então consigo dar uma forma mais real ao sentimento e à melodia em minha mente. Para as linhas de voz, normalmente canto palavras aleatórias em alguma língua desconhecida, só para entender a métrica, e então, para escrever a letra, faço mais uma meditação, me foco totalmente no sentimento do qual aquela música nasceu e escrevo. Já me acostumei com essas “maluquices” boas do processo de composição.

 

Em quem ou no que você se inspira para compor e para interpretar as canções?

É engraçado falar isso, mas me inspiro muito mais nas sensações que a música traz do que especificamente nas pessoas ou em estilos na hora de compor. E isso acontece também na hora de interpretar. Para mim, música é puro sentimento. Vou deixando a música me levar para onde ela quer, tento entender as mensagens que ela me passa enquanto interpreto e assim nasce a performance.

 

Quais suas maiores influências musicais e especificamente na parte vocal?

Amo ouvir muitos estilos, conseqüentementevários vocalistas me encantam e ouço um pouco de tudo. Minhas principais influências vão de Franz Liszt, Led Zepelin, Fleetwood Mac, Alter Bridge, Ayreon, Myrath e Black Country Communion a bandas alternativas como DeadCan Dance.  Nos vocais, meus favoritos são: Lisa Gerrard (DeadCan Dance), Stevie Nicks, Pink, Myles Kennedy (Alter Bridge), ZaherZorgati (Myrath), Jørn Lande (Masterplan, Ark, BeyondTwilight, Millenium, Vagabond e The Snakes)eFreddie Mercury, entre outros.

 

Com qual idade você passou a se interessar por música?

Sou fascinada por música desde minhas primeiras memórias. Estudei piano na infância, isso me despertou o interesse por outros instrumentos e, com o passar do tempo, fui estudar canto e entendi qual era a minha real vocação. Então juntei um dinheirinho quando era adolescente e comprei meu primeiro violão para tocar com a minha primeira banda de verdade na vida. Aprendi, por mim mesma, a tocar e então comecei minhas próprias composições. Eu me lembro que tocava no intervalo da escola e meus professores ficavam malucos, pois eu segurava os alunos das outras salas comigo. E assim fui começando a cantar em bandas e a me enveredar pelo mundo das bandas autorais.

 

Você já fazia shows antes de focar em sua carreira solo?

Sim! Tenho lembranças de um ano em que fiz algo em torno de cem shows. Toquei muito em motoclubes, não só aqui de São Paulo, mas em outros estados. Toquei muito na noite paulistana também. Estou morrendo de vontade de voltar aos meus palcos amados!

 

Por que seu EP se chama Imune?

Este nome vem da nova Sanny, a qual me tornei após um evento seríssimo na minha vida: o despertar da minha consciência e do real entendimento do valor da minha vida. Tive uma doença que até hoje não foi diagnosticada, mas que, por um certo tempo, teve o nome de “linfoma”. Não era, mas todos os médicos achavam que era. Então, em meio a este caos de emoções, medo e ressentimento, eu emergi de mim mesma, me fazendo uma simples pergunta: se Deus me levar agora deste mundo, qual será o legado que deixarei aqui? Então entendi que eu não havia feito muitas coisas das quais realmente me orgulhasse e o que senti foi algo indescritível de ruim, um remorso avassalador. Pedi mais uma chance para que pudesse ser a Sanny que eu realmente tinha nascido para ser, pedi perdão por todas as agressões que cometi contra mim mesma por tantos anos, perdoei todas aquelas pessoas que deixei me destruir e entendi que eu deveria ser “Imune” a tudo de ruim que o mundo mandasse para mim, pois sou EU que decido quem ou o que me atinge ou não. Então resolvi me blindar e contar ao mundo a minha história, com o objetivo de ajudar outras pessoas a se blindarem também, a se tornarem “Imunes” a qualquer tipo de ataque e entenderem o poder de nossas mentes quando elas se alinham aos nossos mais puros sentimentos.

 

Foi coincidência lançar material com esse título durante uma pandemia?

Nada é coincidência nesta vida, tudo tem um propósito. Acho que, no final das contas,não foi mera coincidêncialançar esta música com este tipo de conteúdo em meio a uma pandemia, com as pessoas isoladas, aflitas e tendo que lidar com tanto lixo emocional que elas foram acumulando ao longo dos anos e que nunca achavam tempo para limpar. Estou aqui trazendo uma proposta para as pessoas pensarem a respeito e refletirem sobre suas vidas, ouvindo o bom e velho rock ‘n’ roll. Não é terapia, e sim reflexão para a auto-melhoria através da música.

 

Você já tem uma banda formada? Quem são seus músicos?

Estou à procura da minha banda de palco. Sei que ela já está formada e que será lindo encontrar as pessoas que dividirão o palco comigo nesta missão tão maravilhosa que é levar amor e consciência às pessoas. Com relação à minha banda de estúdio, ela está formada. Tive a grande oportunidade de tocar com músicos fantásticos, tanto tecnicamente falando, quanto no sentido humano.  Os músicos de Imune são: Lucas Marques, nas guitarras e arranjos diversos; Henrique Canalle (Baboom), no baixo; Nelson Donizetti, no baixo das prés; Sergio Ciccone, na bateria; e Henrique Xixo, nos teclados. A captação foi feita por Caio Monfort, do Papiris Studio, e a produção é do meu querido Baboom.

 

Como você chegou a eles?

Conheci estes músicos maravilhosos através do Caio Monfort, que comprou minha idéia de produzir um disco solo e me indicou o Sergio, o Xixo e o Nelson, um time de ouro! Depois fui apresentada ao Baboom e aí foi como um reencontro de família. Ele também gostou muito das minhas músicas e conseguiu enxergar lá na frente. Então ele trouxe o Lucas Marques para fechar este time lindoe cá estamos, trilhando caminhos novos, com muito sucesso e alegria!

 

Que dica você daria a uma banda que está começando, assim como você, mas ainda não consegue tirar as idéias do papel?

NUNCA,NUNCAdesista. NUNCA tenha um plano B para te desfocar. Aprenda a viver fora da zona de conforto, pois é aí que você cresce e se fortalece. Tenha disciplina e, principalmente,visualize seus sonhos tendo-os vívidos na mente. Tudo se constrói passo a passo, degrau por degrau. Não seja imediatista. Um artista consolidado construiu sua carreira em cima de planos sólidos e muitas, muitas tentativas e fracassos. Não se abale, levante, sacuda a poeira e vá fazer o que seu coração manda. Siga seu sonho e trate-ocomo se fosse seu melhor amigo. Não existe milagre. Para que sua carreira ande, você precisa entender como funciona a engrenagem dos seus planos. Não adianta esperar por aquele investidor ou aquela gravadora… este tempo já foi! Não se baseie em achismos. Vá estudar e entender o mercado. Esta carreira é como qualquer outra no mundo e precisa de muito foco e disciplina, como tudo na vida. Quer ter sucesso? Visualize seu sonho, trace os caminhos para chegar até ele e aja. Doe energia para que o sucesso chegue. Faça por merecer, faça contatos e viva e respire a pessoa que você almeja ser.

 

E, para fechar, como é sua ligação com os cristais? E como você usa a energia e vibrações positivas nas suas músicas?

Sou apaixonada por cristais desde pequena, tenho uma coleção deles,estudo suas propriedades curativas e especiais e uso-osem meu dia-a-dia para as mais variadas finalidades: energizar a água que bebo; curar dores de cabeça; melhorar minha conexão com o mundo espiritual; me acalmar, etc… Nós temos, na natureza, a cura para tudo o que precisamos. Este mundo é perfeito. Com relação à física quântica, comecei a estudar depois de passar por diversas religiões e sempre ter dúvidas. Foi estudando a física quântica que entendi: a maravilha que é o Universo; como somos perfeitos; e, principalmente, como funciona realmente a vida e as leis da atração aliadas ao poder da mente. Então resolvi aplicar nas minhas música estudo o que aprendi e ainda estou aprendendo (ainda estudo muito o tema, que virou um dos meus assuntos favoritos na vida).Aprendi que a nossa intenção tem muito poder, então quanto melhores as energias que imprimo em minha música, melhor ela será para as pessoas que a ouvirem. Tudo é pensado com muito carinho, da composição instrumental à elaboração das letras.

 

Não Vou Me Calar, terceiro single da cantora, já está nas plataformas digitais, mas caso queira ouvir a faixa no YouTube, acesse: https://youtu.be/k881WYsh4Jk.

 

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Assessoria SannyMazza

Isabele Miranda / @isabelemirandatv

Management: @roxie.gi

Music Business: @deacharrua_

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