Destaque da cena musical independente desde o início dos anos 2000, π Teco Martins (assim mesmo, com o símbolo do pi antes do nome) é cantor, compositor, violonista e permacultor-agroflorestal. É também co-criador e participante de ecléticos projetos musicais tais quais o xamânico Luz Ametista, a hardcore-psicodélica Rancore, o performático Sala Espacial e a eletrônica Digital Fauna, entre outros.
Dia 17 de setembro, π Teco Martins lançará o single “do Oiapoque ao Chuí”, o primeiro de seu novo álbum “A Spectrum Solar” – disco que contará sua trajetória a partir das canções. Misturando psydub, stoner-indie-rock, surf music e trap-repente com referências MPB, “do Oiapoque ao Chuí” evoca a pluralidade e a sede de aventura na carreira de π. O artista fez ao longo de 10 anos mais de 1.000 shows com sua Arte de Rua “olho no olho, coração com coração” em suas palavras, foi de fato ponta-a-ponta do Brasil tocando em praças e parques. Tocou no Oiapoque, extremo Norte do País, divisa com a Guiana Francesa e tocou no Chuí, divisa com o Uruguai.
Cada música do álbum, além de contar um capítulo da biografia de π Teco Martins trará uma cor de referência. A cor associada a “do Oiapoque ao Chuí” é a vermelha. “O vermelho é a cor do movimento, cor da paixão, a cor da ação, do sangue, do coração e essa turnê foi justamente sobre isso. Também é a cor do pau-brasil, madeira cor de brasa que batiza esse país, inspiração dessa música” – explica ele.
“Me sinto feliz e honrado em lançar esse álbum com a Deck, casa de artistas do quilate de Elza Soares, Alceu Valença, Pitty, entre tantos que muito admiro. Lancei o “Seiva”, terceiro disco do Rancore por essa gravadora e estar de volta 10 anos depois pra lançar o meu terceiro disco solo é gratificante e muito me entusiasma!” – declarou o artista.






