Em “Errante”, disco no qual apresenta 11 canções inéditas, Adriana Calcanhotto canta a identidade a partir do movimento, em meio a canções de amor, de luto e de espelho. “Errante” é marcado pela escolha pela alegria, a despeito das canções (poucas) que carregam o peso da tristeza. Até porque o disco responde ao desejo da expansão de Adriana, um reflexo natural ao período de recolhimento vivido entre 2020 e 2021, devido à pandemia. Ao contrário de “Só”, seu disco de 2020 que sublinhava aquela solidão enquanto ela era vivida, “Errante” quer, desde seu título, a porta afora.
Esse espírito se mostra não apenas nas canções, quase todas compostas a partir de 2020. As sessões de gravação, realizadas no estúdio da gravadora Rocinante (isolado em Araras, na serra fluminense, cercado de Mata Atlântica), eram a celebração do encontro represado. Afinal, “Errante” é o que se chama de um “disco de banda”. E por banda, entenda-se Adriana (violão e voz), Alberto Continentino (baixo, piano e lira), Davi Moraes (guitarra e violão) e Domenico Lancellotti (bateria e percussão), com o reforço dos sopros de Diogo Gomes, Jorge Continentino e Marlon Sette. Instalados na casa-estúdio, convivendo diariamente, os músicos construíram juntos com a cantora a sonoridade do álbum, num diálogo essencialmente musical.
Adriana Calcanhotto
Lançamento do disco Errante
Duração: 90 minutos
atividade presencial
INGRESSOS ESGOTADOS
Local: Comedoria
Ingressos à venda online a partir do dia 18/7, às 17h, e nas bilheterias a partir do dia 19/7, às 17h






