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Mariá Portugal apresenta CHEIO/VAZIO
Postado em 16 de agosto de 2021 @ 23:10

Faixa chega com video assinado por Ana Turra e faz parte do disco que será lançado no final do ano no Brasil pelo selo RISCO e na Alemanha pelo selo Fun in the Church

Assista CHEIO/VAZIO: https://youtu.be/5hAnC5sH8 
Ouça: https://smarturl.it/cheio_vazio 

CHEIO/VAZIO é o single e a primeira faixa do álbum “EROSÃO”, de Mariá Portugal.
CHEIO/VAZIO é sobre espaços, decadência, nascimento.
Monumentos pensados como ruínas.
Usinas de carvão silenciosas.
Edifícios futuristas abandonados.
Cidades evacuadas.
É sobre finalmente vislumbrar o chão sujo numa festa de techno, ao nascer do sol.

Conta com a participação do cantor Tó Brandileone, mais Joana Queiroz e Filipe Nader nos sopros, Rui Barossi no baixo acústico, Chicão ao piano e André Bordinhon na guitarra.

Tal como todo EROSÃO, esta versão para a canção “Cheio/Vazio” (de 2013), de Mariá Portugal, nasceu de sessões de improvisação gravadas em São Paulo em 2019. Mariá trouxe o resultado destas improvisações em HD para a Alemanha, para editar e processar durante a sua residência artística em Moers, onde também gravou a própria voz.

Cheio/Vazio terá um vídeo musical realizado pela designer de luz brasileira Anna Turra. Anna Turra é arquiteta formada pela FAU-USP e atua como lighting designer e designer multidisciplinar. Desenvolve projetos de iluminação, cenografia, audiovisual, stage design e design gráfico. Responsável pela concepção visual e espacial de shows, exposições, montagens teatrais, dança e conteúdo audiovisual. Já trabalhou com Elza Soares, Arnaldo Antunes, Anelis Assumpção, 5 a Seco, Cristiane Paoli Quito, Museu Boulieu, entre outros.

Sobre o vídeo, Anna Turra fala:

“O arranjo de CHEIO/VAZIO me provocou a criar uma peça audiovisual em um processo espontâneo, permitindo diversão na concepção, no sentido de mergulhar na timeline com algumas premissas, mas também me deixar desviar e brincar com aquilo que os gráficos e o som iam sugerindo. Identifiquei três “movimentos” mais evidentes no arranjo e escolhi partir de formas perfeitas e contrastes absolutos – a circunferência, o quadrado, o preto o branco –, para depois introduzir plantas arquitetônicas simplificadas, composições de luz e cor e fotografias de espaços reais, tudo interagindo com “triggers” do arranjo sonoro. A ideia de trazer as palavras surgiu ao refletir sobre acessibilidade com fruição estética, e acabei gostando de inserir os caracteres como elementos da composição gráfica do primeiro movimento.”

Mariá Portugal BIO | POR

Baterista, compositora, produtora musical, cantora e improvisadora

Ativa na cena musical paulistana por mais de 20 anos, Mariá Portugal atualmente se divide entre São Paulo e Duisburg, na Alemanha. Em 2021 lança seu disco EROSÃO, a ser lançado em novembro de 2021 pelos selos Risco (BR) e Fun in The Church (DE). Os shows de lançamento serão realizados em Duisburg com apoio do Musikfonds.

Durante 2020, Mariá foi a 13a Improvisadora em Residência do Moers Festival. Em 2021 foi convidada a integrar o corpo de curadores do Soundtrips-NRW, projeto que promove um circuito de improvisação livre na região da Renânia do Norte-Vestfália.

Entre seus principais projetos está o grupo instrumental brasileiro Quartabê e a  banda Claras e Crocodilos, de Arrigo Barnabé. Já gravou e se apresentou com Elza Soares, Metá Metá, Iara Rennó, Fernanda Takai, Pato Fu, Maggie Nicols, Angelika Niescier, Gerald Cleaver, Joëlle Leandre e Paul van Kemenade, entre outros. ​

Vem compondo trilhas originais para dança, teatro e cinema para diretores como Cristiane Paoli Quito, Patrícia Noronha, Diogo Granato, Manuela Martelli (Chile) e com as companhias Schlosstheater Moers e Theater Dortmund, (Alemanha). Junto a Maria Beraldo, foi indicada aos Prêmios Shell (2019) e Bibi Ferreira (2020) pela direção musical e arranjos de “Lazarus”, de David Bowie e Enda Walsh, dirigido por Felipe Hirsch.

Mariá é formada em Composição pela UNESP e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, onde pesquisou as relações cognitivas entre corpo e som no contexto da trilha sonora para dança.

selo RISCO
Selo fonográfico fundado em 2014 em São Paulo e hoje sob direção de Gui Jesus Toledo e João Bagdadi, atua como uma plataforma de suporte na viabilização fonográfica e difusão do trabalho de artistas da cena independente. Sua proposta é fomentar e investir na carreira desses artistas por meio da colaboração em duas frentes principais: a gestão dos processos produtivos e a articulação com outros atores das cadeias criativa e produtiva da música. É casa de lançamentos de diversos artistas como: Luiza Lian, O Terno, Maria Beraldo, Tim Bernardes, Jonas Sá, Quartabê, Ana Frango Elétrico, Vovô Bebê, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, entre outros.

* créditos das fotos – Kristina Zalesskaya
** arte da capa abaixo – Maria Cau Levy

 
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