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ROTTING CHRIST ::: 05/02/25 :::TEATRO CLARA NUNES /RJ
Postado em 08 de fevereiro de 2025 @ 22:18

Texto por: Lucas Amorim Passos

A lenda do black metal grego, Rotting Christ, desembarcou no Brasil para sua maior turnê em solo nacional, e a apresentação no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, foi um verdadeiro ritual sonoro de peso e obscuridade. Com um setlist abrangente e uma presença de palco avassaladora, a banda liderada pelos irmãos Sakis e Themis Tolis entregou uma performance memorável, reafirmando sua importância no cenário do metal extremo mundial.

Desde os primeiros acordes de “Aealo”, a plateia foi tomada por uma atmosfera intensa, misturando misticismo e brutalidade. O álbum homônimo de 2010, fortemente influenciado pela cultura grega e pela guerra, abriu o espetáculo de maneira épica. A sequência com “Pretty World, Pretty Dies” trouxe uma pegada densa e emocional, preparando o público para a agressividade ritualística de “Demonon Vrosis”, uma das músicas mais hipnóticas do repertório recente da banda.

A incursão pelo álbum Kata Ton Daimona Eaytoy (2013) foi marcada por hinos como a faixa-título e “Elthe Kyrie”, ambos carregados de elementos sinfônicos e vocais sombrios que ecoavam pelo teatro. O clássico “Like Father, Like Son”, com sua cadência pesada e letras provocativas, mostrou a versatilidade da banda ao alternar entre momentos atmosféricos e explosões de fúria sonora.

O grande destaque da noite veio com “King of a Stellar War”, do icônico álbum Triarchy of the Lost Lovers (1996), que transportou os fãs a uma era clássica do Rotting Christ. O público respondeu com headbanging frenético e coros acompanhando os riffs marcantes. Em seguida, “Archon” e “The Sign of Evil Existence” mantiveram a intensidade, resgatando a essência crua do black metal grego dos anos 90.

A reta final do set trouxe um dos momentos mais aguardados: “Non Serviam”, hino absoluto da banda e um dos maiores clássicos do black metal mundial. A execução foi impecável, com Sakis Tolis comandando o público como um verdadeiro sacerdote das trevas. Na sequência, um tributo à banda Thou Art Lord, com o cover de “Societas Satanas”, incendiou ainda mais a plateia.

No encore, a banda voltou com “Chaos Geneto (The Sign of Prime Creation)”, uma faixa carregada de simbologia esotérica e atmosferas épicas, preparando o terreno para o grandioso encerramento com “Noctis Era”, deixando os fãs em êxtase absoluto. A energia da performance final demonstrou o motivo pelo qual o Rotting Christ é uma das bandas mais respeitadas do gênero.

O show no Rio de Janeiro foi mais do que um simples concerto de metal extremo; foi uma experiência quase transcendental, onde música, história e ocultismo se fundiram em um espetáculo único. Com uma produção impecável e um público dedicado, essa noite se consolidou como um dos pontos altos da turnê brasileira da banda.

Essa apresentação deixou claro que o Rotting Christ, após quase quatro décadas de estrada, segue inovando e mantendo sua essência intacta. Com mais nove datas pelo Brasil, a turnê promete continuar espalhando o caos sonoro e o espírito do metal negro por todas as regiões do país.

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A lenda do black metal grego, Rotting Christ, desembarcou no Brasil para sua maior turnê em solo nacional, e a apresentação no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, foi um verdadeiro ritual sonoro de peso e obscuridade. Com um setlist abrangente e uma presença de palco avassaladora, a banda liderada pelos irmãos Sakis e Themis Tolis entregou uma performance memorável, reafirmando sua importância no cenário do metal extremo mundial.

Desde os primeiros acordes de “Aealo”, a plateia foi tomada por uma atmosfera intensa, misturando misticismo e brutalidade. O álbum homônimo de 2010, fortemente influenciado pela cultura grega e pela guerra, abriu o espetáculo de maneira épica. A sequência com “Pretty World, Pretty Dies” trouxe uma pegada densa e emocional, preparando o público para a agressividade ritualística de “Demonon Vrosis”, uma das músicas mais hipnóticas do repertório recente da banda.

A incursão pelo álbum Kata Ton Daimona Eaytoy (2013) foi marcada por hinos como a faixa-título e “Elthe Kyrie”, ambos carregados de elementos sinfônicos e vocais sombrios que ecoavam pelo teatro. O clássico “Like Father, Like Son”, com sua cadência pesada e letras provocativas, mostrou a versatilidade da banda ao alternar entre momentos atmosféricos e explosões de fúria sonora.

O grande destaque da noite veio com “King of a Stellar War”, do icônico álbum Triarchy of the Lost Lovers (1996), que transportou os fãs a uma era clássica do Rotting Christ. O público respondeu com headbanging frenético e coros acompanhando os riffs marcantes. Em seguida, “Archon” manteve a intensidade, resgatando a essência crua do black metal grego dos anos 90.

A reta final do set trouxe um dos momentos mais aguardados: “Non Serviam”, hino absoluto da banda e um dos maiores clássicos do black metal mundial. A execução foi impecável, com Sakis Tolis comandando o público como um verdadeiro sacerdote das trevas. Na sequência, um tributo à banda Thou Art Lord, com o cover de “Societas Satanas”, incendiou ainda mais a plateia.

No encore, a banda voltou com para o grandioso encerramento com “Noctis Era”, deixando os fãs em êxtase absoluto. A energia da performance final demonstrou o motivo pelo qual o Rotting Christ é uma das bandas mais respeitadas do gênero.

O show no Rio de Janeiro foi mais do que um simples concerto de metal extremo; foi uma experiência quase transcendental, onde música, história e ocultismo se fundiram em um espetáculo único. Com uma produção impecável e um público dedicado, essa noite se consolidolará como um dos pontos altos da turnê brasileira da banda.

Essa apresentação deixou claro que o Rotting Christ, após quase quatro décadas de estrada, segue inovando e mantendo sua essência intacta. Com mais nove datas pelo Brasil, a turnê promete continuar espalhando o caos sonoro e o espírito do metal negro por todas as regiões do país.

 
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